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terça-feira, 20 de junho de 2000

Saiba Mais com Q.I. Educação - 20/06/2011


O Qi Educação é um projeto da Quanta Academia que cresce a cada dia, a medida que novos conteúdos são postados no blog.

Para quem ainda não conhece, o QI Educação visa proporcionar gratuitamente textos didáticos e paradidáticos acerca das mais variadas disciplinas escolares nas áreas de ciências humanas, exatas e biológicas.

Abaixo você pode conferir as últimas atualizações do projeto. Para ler o texto na integra e conhecer melhor o Q.I. Educação basta clicar em algum título abaixo.

A gametogênese é a produção de células sexuais, os gametas, que, no ser humano, podem ser de dois tipos: espermatozoides ou óvulos.



A gametogênese masculina, para a produção de espermatozoides, é chamada de espermatogênese, e ocorre nos testículos, iniciando durante a fase embrionária. As células de origem são as espermatogônias, que se multiplicam por mitose. Na puberdade essas células maturam para espermatócitos primários que entram em meiose. Após a meiose I as células são chamadas de espermatócitos secundários, que sofrerão a meiose II e darão origem a 4 células haplóides (com metade do material genético), chamadas de espermátides. Essas células ainda não tem aquele jeitão característico de um espermatozoide e por isso passam por uma fase de espermiogênese, para finalmente formar os espermatozoides.


A fase da economia brasileira conhecida como ciclo do açúcar, tem suas motivações e seu sucesso explicados não por uma, mas por várias razões.

Com as constantes ameaças de piratas que rondavam a costa do Brasil, era preciso com urgência ocupar o território para tornar o Brasil menos suscetível às invasões. A economia do pau-brasil não cumpria está função, uma vez que os portugueses ficavam circunscritos apenas à costa e a penetração no interior cabia aos indígenas.

Já vimos os principais elementos que fizeram do açúcar o produto de maior relevância do Brasil. Agora vamos estudar como o ciclo do açúcar transformou a economia do Brasil no período colonial.

O ciclo do açúcar no Brasil se organizou a partir do sistema de plantation, o que equivale dizer que se tratava de uma produção realizada em latifúndios (grandes propriedades), monocultor (cultivava apenas um produto) e escravista. Apesar nas grandes propriedades freqüentemente também ser cultivada a mandioca, apenas o açúcar era negociado no mercado internacional, enquanto a mandioca correspondia a uma demanda do mercado interno.

Como sabemos, genes alelos são os que atuam no mesmo caráter e estão presentes nos cromossomos homólogos, em locus gênicos correspondentes.

Até agora, falamos sempre de dois possíveis alelos para cada gene, o dominante e o recessivo. Mas dentro de um mesmo locus existem muitas variações na população, ou alelos múltiplos. Como possuímos apenas dois cromossomos, podemos ter, entre vários, apenas 2 alelos para uma determinada característica. Veja a representação abaixo de um par de cromossomos homólogos, nesse caso a pessoa possui os alelos B e F, entre 6 possíveis alelos existentes na população para aquele caráter.

Classificação dos átomos de carbono:

Os átomos de carbono podem ser classificados, de acordo com sua posição na cadeia carbônica, em carbono primário, carbono secundário, carbono terciário e carbono quaternário.

Chamamos “carbono primário” ao átomo de carbono que não está ligado a nenhum outro carbono, sendo único na cadeia, ou que se liga a no máximo um átomo de carbono. São os carbonos situados nas extremidades das cadeias.

Como você viu no tópico anterior, a grande maioria dos compostos que conhecemos são compostos de carbono. Se você prestrou atenção nesta informação e é um pouco curioso, deve estar se pergutando: mas o que é que este tal de carbono tem de tão especial para estar presente em tantos compostos? É exatamente isso que vamos ver neste tópico!

Em 1858, o pesquisador Kekulé, juntamente com Couper, elaborou uma Teoria estrutural do carbono, na qual explanou sobre as características do elemento carbono que seriam responsáveis por garantir a este elemento uma flexibilidade tal que ele fosse capaz de ligar-se com facilidade a outros elementos, formando uma gama muito grande e variada de compostos, muito maior do que qualquer outro elemento químico.

O infinitivo, o gerúndio e o particípio são as chamadas formas nominais do verbo. Todas elas se caracterizam por não poderem expimir em si nem o tempo nem o modo verbais, podendo aproximar-se das características de um substantivo, adjetivo ou advérbio (daí serem denominadas “nominais”). Desse modo, o valor temporal e modal dessas formas só pode ser apreendido pelo contexto em que elas vêm inseridas.

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